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Primeiro satélite geoestacionário brasileiro no espaço

Brasil lança o primeiro satélite geoestacionário ao espaço, no Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, por volta das 19:00 do dia 04 de maio.

Equipamento que foi construido por engenheiros da Visiona, empresa criada entre a parceria da Embraer, Empresa Brasileira de Aeronáutica e Telebras, estatal brasileira responsável pelo serviço de banda larga, para estimular o setor espacial do país.

“Já podemos construir satélite de menor porte”, diz Eduardo Bonini, presidente da Visiona.

O satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC), foi pago por dois ministérios, com um investimento total de R$ 2,7 bilhões . Seu uso será para dar autonomia as Forças Armadas, que atualmente precisam alugar o serviço de satélites de outros países. Assim, dando muito mais agilidade a comunicação e o principal, equipamento totalmente operado no Brasil.

Para isso, 75% de seu uso será para a Banda Ka, de internet banda larga e 25% para a Banda X, comunicação militar.

Ele será usado para ampliar a oferta de banda larga no país, no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), progeto criado em 2010 pelo governo federal. O satélite artificial levará a transmissão de dados no país, principalmente em regiões mais remotas, ampliando assim o acesso à internet da população.

O satélite geoestacionário pesa 5,8 toneladas e possui 5 metros de altura. Ele ficará posicionado a 36 mil quilômetros da superfície da Terra. Ou seja, cobrirá o território nacional e o oceano atlântico, fornecendo comunicação ininterrupta entre os territórios. Ele ficará sempre na mesma posição, para facilitar a observação.

Imagem do satélite geoestacionário

satélite geoestacionário

Em solo nacional, cinco cidade integram o sistema, Brasília (principal), antena de 18 metros e centro de controle ficam localizados em base da Aeronáutica. Rio de Janeiro (secundário), prestará assistência ao centro de Brasília e, se preciso, poderá controlar o satélite. Florianópolis, Salvador e Campo Grande estações de menor porte para retransmitir o sinal recebido e interligar todo o sistema.

satélite geoestacionário

Fonte: Visiona

(ILUSTRAÇÃO: HELENA SBEGHEN)

Por |2017-06-01T16:52:02+00:00junho 6th, 2017|Ciência, Tecnologia|0 Comentários

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