O inventor do relógio de pulso foi o mesmo do avião: o brasileiro Santos Dumont. O “pai da aviação” pretendia cronometrar o tempo de voo dos seus aviões durante as experiências. Naquele tempo, os relógios ficavam nos bolsos, presos a uma corrente. Como Santos Dumont tinha dificuldades em tirar, constantemente, o relógio do bolso, encomendou ao joalheiro Cartier um modelo que ficasse fixo no braço e facilitasse o controle das horas.

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Santos Dummont, Foto Divulgação

Em março de 1904, Cartier apresentou-lhe o que é considerado o primeiro relógio de pulso do mundo, batizado de Santos, com pulseira de couro.

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Relógio Santos da Cartier, Foto Divulgação

Esse relógio começou a ser comercializado em 1911 e a Primeira Guerra Mundial foi o marco definitivo no uso do relógio de pulso, já que os soldados precisavam de uma forma prática de saber as horas.

A coleção de relógios Santos Dumont é conservada até hoje, completando um século de existência e com cada parafuso intacto. O relógio tornou-se uma referência muito importante para a Cartier e a Coleção Santos é comercializada até hoje.

No entanto, algumas fontes contam que a história real é mais antiga que isso, pois o primeiro relógio de pulso conhecido foi feito em cerca de 1814 pelo relojoeiro Abraham Louis Breguet, por encomenda de Carolina Murat, princesa de Nápoles e irmã de Napoleão Bonaparte.

O que importa é que a invenção revolucionou a indústria e hoje existem milhares de modelos de relógios de pulso, inclusive os mais digitais, que já fazem até ligação!

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